Home
Banners
Matérias
Colunistas
Vídeos
Usuários
Backup
Sair
Cadastrar Materia
Repostar
Imagem Principal
Importar Imagem Principal
Titulo
Subtitulo
Tipo Matéria
Selecione o Tipo de Matéria
Matéria Jornalística
Matéria Paga (Especial)
Matéria Relacionada a Imóveis
Coluna
Categoria Especial
Selecione uma Categoria Especial
Onde Dormir
Onde Comer
Onde Ir
Onde Comprar
Coluna
Selecione um Colunista
Cachaceiro, Sim!
Desenvolvimento Integral
Pet Ideal
Alma de Poeta
O Crítico da Vida
Autor
Tema
Introdução da Matéria
Transformar crianças em “mini adultos” para gerar likes e engajamento nas redes sociais é uma prática perigosa que acelera a perda da infância e abre espaço para violações graves. A chamada adultização ganhou destaque nos últimos dias por expor a banalização desse fenômeno e o risco de que a busca por visibilidade acabe tornando crianças e adolescentes ainda mais vulneráveis a abusos e exploração sexual. - Crédito: Divulgação
Texto
Negrito
Itálico
Link
O movimento “Turismo que Protege”, lançado em junho deste ano pelo Ministério do Turismo, ganha ainda mais relevância diante dessa realidade, ao reforçar a importância do engajamento do setor na prevenção e no enfrentamento de violações na infância e adolescência dentro da atividade turística. A iniciativa reúne profissionais, empresas e entidades que assumem voluntariamente o compromisso de adotar práticas seguras, éticas e responsáveis, com foco especial na proteção da infância e da adolescência no contexto das atividades turísticas.
“É nosso dever como sociedade, e principalmente como pais, proteger as crianças para que sejam apenas crianças. Essa é uma luta que exige vigilância permanente e ação coletiva. Precisamos ficar atentos e denunciar todo e qualquer conteúdo ou situação que coloque crianças em risco”
, afirmou o ministro do Turismo, Celso Sabino.
COMO PARTICIPAR -
O Ministério do Turismo convida a sociedade civil, destinos turísticos, organizações e instituições públicas e privadas a se tornarem signatárias da Carta de Compromisso do Movimento. A adesão é voluntária e representa um passo essencial para fortalecer um turismo mais consciente e protetor da infância e adolescência em todo o Brasil. Para participar, basta preencher o formulário de pré-assinatura disponível AQUI. Em breve, o MTur entrará em contato com os detalhes para oficializar a adesão e informar os próximos passos.
CÓDIGO DE CONDUTA BRASIL -
O Movimento Turismo que Protege está alinhado ao Código de Conduta Brasil, iniciativa do Ministério do Turismo voltada à sensibilização de prestadores de serviços turísticos cadastrados no Cadastur para adoção de práticas de prevenção à exploração sexual de crianças e adolescentes. É possível aderir ao Código por meio do site: ww.codigodeconduta.turismo.gov.br. No portal também estão disponíveis um curso EAD, podcasts e o Manual do Multiplicador, que orienta sobre como agir em casos suspeitos e como ampliar o alcance das boas práticas de proteção.
“O Movimento é uma política de suporte ao Código. Ele vem para somar e fortalecer a disseminação dos princípios do Código de Conduta Brasil, um instrumento essencial à prevenção da exploração sexual de crianças e adolescentes no turismo”
, explica a secretária-executiva do Ministério do Turismo, Ana Carla Lopes. Segundo Ana Carla, a proposta é envolver não apenas os prestadores de serviços cadastrados no Cadastur, mas também outros atores do turismo — como taxistas, artesãos, artistas, organizações do terceiro setor e órgãos públicos — que podem integrar a rede de proteção e atuar como multiplicadores do Código.
PREVENÇÃO –
Uma dica simples: Ao se hospedar em hotéis ou participar de eventos, pergunte se o local aderiu ao Código de Conduta. Essa atitude estimula a reflexão e o engajamento de profissionais do setor. E lembre-se: em casos de suspeita ou confirmação de exploração sexual de crianças e adolescentes, denuncie. Disque 100.
Validade da Matéria -
em meses
Publicar
Destaque
Card de Serviço
Cadastrar