Home
Banners
Matérias
Colunistas
Vídeos
Usuários
Backup
Sair
Cadastrar Materia
Repostar
Imagem Principal
Importar Imagem Principal
Titulo
Subtitulo
Tipo Matéria
Selecione o Tipo de Matéria
Matéria Jornalística
Matéria Paga (Especial)
Matéria Relacionada a Imóveis
Coluna
Categoria Especial
Selecione uma Categoria Especial
Onde Dormir
Onde Comer
Onde Ir
Onde Comprar
Coluna
Selecione um Colunista
Cachaceiro, Sim!
Desenvolvimento Integral
Pet Ideal
Alma de Poeta
O Crítico da Vida
Autor
Tema
Introdução da Matéria
Desde muito jovem tive um enorme interesse por letras de músicas. Meu gosto não era muito bem entendido pelos meus amigos que brincavam dizendo que eu era um eterno apaixonado, um romântico. Sempre gostei de boa música e algumas até me fazem chorar.
Texto
Negrito
Itálico
Link
Se a melodia me encanta, as letras me inebriam. Sou muito eclético! De Moreira da Silva a Tom Jobim, passando por Pixinguinha, Cartola, Caetano, Chico, Gil, Milton Nascimento, Rita Lee, Moraes Moreira, Cazuza, Lulu Santos, Paulinho da Viola, Noel Rosa, Gonzaguinha... entre tantos outros talentosíssimos gênios do cenário artístico. me permitem contrariar a crença popular de que ninguém é insubstituível. Eles foram únicos e, para mim, incomparáveis. Não curto “sofrência”, pelo contrário, aprecio a alegria de viver. Apenas me deixo levar pela emoção. Nem sempre a beleza está em coisas alegres, com certeza, existe muita beleza na tristeza. Mais recentemente comecei a prestar atenção em Lupcínio Rodrigues! É impressionante a habilidade dele com as palavras quando discorre sobre uma intensa frustação amorosa. Em Vingança, um dos seus grandes sucessos, ele conta uma profunda “dor de cotovelo” com maestria. Essa música machuca o âmago das pessoas, entretanto, o interessante é que, apesar de relatar tanta dor, ele era grato a quem lhe causou desmedido sofrimento inspirando-o a compor: “sofri, mas ganhei dinheiro.” Para quem gosta de obras-primas: VINGANÇA
“Eu gostei tanto Tanto quando me contaram Que a encontraram Bebendo e chorando Na mesa de um bar E que quando os amigos do peito Por mim perguntaram Um soluço cortou sua voz Não lhe deixou falar Mas eu gostei tanto Tanto, quando me contaram Que tive mesmo de fazer esforço Para ninguém notar O remorso talvez seja a causa Do seu desespero Ela deve estar bem consciente Do que praticou Me fazer passar esta vergonha Com um companheiro E a vergonha É a herança maior que meu pai me deixou Mas, enquanto houver força no meu peito Eu não quero mais nada E pra todos os santos Vingança, vingança Clamar Ela há de rolar qual as pedras Que rolam na estrada Sem ter nunca um cantinho de seu Para poder descansar”
Validade da Matéria -
em meses
Publicar
Destaque
Card de Serviço
Cadastrar