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Investimentos contemplam três estaleiros fluminenses: Aliança S.A., em Niterói, com 61 obras; Mauá S.A., também em Niterói, com 38 obras; e São Miguel, em São Gonçalo, com 32 obras
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O setor naval e portuário do Rio de Janeiro recebeu investimentos de R$ 8,6 milhões do Fundo da Marinha Mercante (FMM) para retomada projetos modernização de estaleiros e construção de embarcações. Os valores custearão obras de apoio marítimo e infraestrutura aquaviária, com potencial para gerar mais de 12 mil empregos diretos no estado, fortalecendo a economia local. Os investimentos contemplam três estaleiros fluminenses: Aliança S.A., em Niterói, com 61 obras; Mauá S.A., também em Niterói, com 38 obras; e São Miguel, em São Gonçalo, com 32 obras. Para o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, essa retomada dos investimentos representam desenvolvimento econômico e fortalecem a competitividade do Brasil no setor marítimo internacional. "O Fundo da Marinha Mercante garante condições para que o Brasil avance na modernização de sua indústria naval. No Rio de Janeiro, isso se traduz em mais empregos, mais oportunidades e em um setor marítimo mais competitivo no cenário internacional” disse. Além dos estaleiros, o pacote inclui projetos como o Terminal Portuário ITG02, em implantação no Porto de Itaguaí, com orçamento de R$ 3,6 bilhões para movimentação de minério de ferro, e a modernização do OTSV Ilha do Mosqueiro, da Oceanpact, em projeto de R$ 21,3 milhões, que vai reforçar a eficiência operacional do setor.
Fundo da Marinha Mercante
Criado para apoiar a indústria naval e a marinha mercante, o Fundo da Marinha Mercante é administrado pelo Ministério de Portos e Aeroportos, por meio do Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante (CDFMM), e opera com agentes financeiros como o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); o Banco do Brasil (BB); Banco da Amazônia (Basa); Banco do Nordeste do Brasil (BNB); e a Caixa Econômica Federal (Caixa). O fundo oferece condições diferenciadas de crédito para viabilizar projetos estratégicos, sendo considerado essencial para a geração de empregos, a modernização da frota e o fortalecimento da competitividade brasileira no setor marítimo internacional.
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