09/11/2018 - 11:37h - Autor: Ayrton Dias

Esporte, realmente, para todos

Esporte, realmente, para todos

Tradicionalmente destinado a pessoas “perfeitas”, o esporte tem se apresentado como uma das principais ferramentas de inclusão social para os portadores de necessidades especiais. Os Jogos Paralímpicos por exemplo, um evento de âmbito planetário, tem palco de performances incríveis de atletas que derrubam padrões cruéis que condenavam-os a marginalidade, deixando claro que a mutilação social sempre foi muito pior do que a perda da “normalidade”!

A sociedade precisa aprender a conviver com as diferenças e respeitar o ser humano de maneira ampla e irrestrita, eliminando barreiras totalmente desnecessárias que ainda se perpetuam, fazendo da discriminação um fato consumado. A integração entre as pessoas tem que ser muito maior e o preconceito abolido. Precisamos fazer a parte que nos cabe, incorporando em nossa rotina de vida padrões de comportamento inclusivos para que o mundo se torne  melhor e mais justo nos rumos a seguir. É fundamental internalizarmos que as pessoas são dotadas de extraordinária complexidade, e isso lhes permite  transcender  aparentes limitações.

Os profissionais que atuam na área esportiva devem estar atentos: “Quase 24% da população brasileira é composta por pessoas que possuem algum tipo de deficiência.” De acordo com o último Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil possui 45 milhões de Pessoas com Deficiência (PCDs)”e a especialização nessa área de atuação pode contribuir para o aprimoramento de uma nova cultura esportiva que  possibilite o surgimento de um cenário mais inclusivo, proporcionando o desenvolvimento de talentos e fazendo valer o que determina a constituição brasileira, TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI!

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