07/11/2017 - 17:18h - Autor: Cesar Augustus Coelho Assessoria de Comunicação - SEBRAE/RJ

Sebrae/RJ abre inscrições para workshop de soluções de vendas pela Internet voltado para empresas de Moda da Região Serrana

Sebrae/RJ abre inscrições para workshop de soluções de vendas pela Internet voltado para empresas de Moda da Região Serrana

Nos últimos anos, as vendas pela internet (e-commerce) têm apresentado um crescimento considerável, sendo apontado como o meio mais eficaz e rentável para obtenção de sucesso nos negócios em todo país. Tendo em vista esse cenário positivo e com o objetivo de impulsionar o mercado de Moda local é que o Escritório Regional Serrana I do Sebrae/RJ estará realizando, nos dias 13 e 14 de novembro (segunda e terça-feira), em Nova Friburgo, o workshop: “Venda Mais Pela Internet”.

A iniciativa, que recebe o apoio do Sindicato da Indústria do Vestuário de Nova Friburgo (Sindvest) e faz parte do programa “Sebrae Moda Negócios”, já está com as inscrições abertas. O número de vagas é limitado. Os interessados em obter mais informações, ou em realizar inscrições, devem entrar em contato pelo telefone: (22) 2523-6908, ou se dirigir à sede do Sebrae/RJ em Nova Friburgo, que fica na Rua Fernando Bizzotto, nº 72 – Centro. O local será o mesmo da realização do workshop, que acontecerá durante os dois dias (13/11 e 14/11) das 18h30 às 21h30.

De acordo com Lívia Bon, analista do Sebrae/RJ, quem optar por participar do workshop ficará por dentro das melhores maneiras  de impulsionar suas vendas, além de aprimorar seus conhecimentos de e-commerce, mídias sociais, remarketing, marketingplace, SEO, entre outros conceitos. “Nosso objetivo é ajudar os empresários de nossa região a encontrarem novas ferramentas, ou até mesmo aprimorar a utilização delas em favor dos seus resultados. Sabemos que a venda pela internet, através dos principais sistemas de venda online, é uma das iniciativas comerciais que têm apresentado resultados bem satisfatórios no país. Em razão disso é que estamos oferecendo esse workshop para que os empresários de nossa região possam ganhar mercado e ao mesmo tempo tornarem-se mais competitivos”, destaca, reforçando que, além das vendas pela internet, os participantes também vão adquirir conhecimento de como fazer isso sem necessariamente ter uma loja virtual, como integrar tecnologias de pagamento, controle de estoque e logística.

 

Tendências de mercado 

De acordo com o portal “Profissional de e-commerce”: www.profissionaldeecommerce.com.br, em 2016 o segmento de e-commerce faturou mais de R$ 44 bilhões, com alta de 7,4% em relação a 2015, mesmo diante de um cenário econômico desfavorável.

Dados do relatório Webshoppers 35, divulgado em 2016 pela Ebit - empresa referência em informações sobre o varejo eletrônico nacional - apontam que a categoria mais vendida, em volume de pedidos, no país, foi o de “Moda e Acessórios”, com 13,6% das encomendas. Vale lembrar que esta é uma das principais vocações regionais locais.

Para 2017, o relatório Webshoppers, da Ebit, aponta que o e-commerce brasileiro vai faturar R$ 49,7 bilhões, com crescimento nominal de 12%. O tíquete médio deverá expandir 8%, passando para R$ 452 (contra R$ 388 em 2016), enquanto que, para o volume de pedidos, a expectativa é de uma alta de 4%, para 110 milhões (contra 106,3 milhões de pedidos em 2016).

A Ebit também prevê 40% de crescimento das compras feitas por meio de dispositivos móveis no comércio eletrônico. A expectativa é que 32% das transações provenham de smartphones e tablets em dezembro de 2017.

Segundo especialistas, a migração de consumidores do varejo físico para o e-commerce é uma tendência cada vez maior em razão da comodidade, preços e maior versatilidade quanto à política de trocas ou recusas de produtos. 

As cinco categorias mais vendidas em 2016, em volume de pedidos, foram (*):

1) Moda e Acessórios – 13,6%

2) Eletrodomésticos – 13,1%

3) Livros/Assinaturas/Apostilas – 12,2%

4) Saúde/Cosméticos/Perfumaria – 11,2%

5) Telefonia e Celulares – 10,3% 

As cinco categorias mais vendidas, em faturamento, foram (*):

1) Eletrodomésticos – 23%

2) Telefonia/Celulares – 21%

3) Eletrônicos – 12,4%

4) Informática – 9,5%

5) Casa e Decoração – 7,7%. 

(*) Dados da Ebit - Pesquisa Webshoppers

 

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